segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Gotas de chuva?...


De noite o solo arrefece de tal maneira, que, quando o ar, cheio de vapor de água, lhe toca, arrefece imediatamente, transformando-se em água.
Se o solo estiver muito frio, como nas manhãs de Inverno, o vapor de água arrefece tanto que se transforma em directamente em gelo, formando a geada.
Barragem do Roxo, Novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Pernilongo

Ferreira do Alentejo, Novembro de 2009.

Rosa-albardeira

Pormenor

Vista geral
Nome científico: Paeonia baetica
É uma planta rizomatoza que todos os anos surge depois das chuvas de Outono, florindo nos inícios da Primavera. As suas grandes flores rosa avermelhadas e ou lilás apresentam o máximo de exuberância em meados de Abril, desaparecendo no fim do Verão, secando completamente. Por esta razão não deve de ser arrancada ou transplantada.
Ficou muito ameaçada com a agricultura e a utilização de químicos e adubos, levando-a quase à extinção. Pode ser encontrada pontualmente em determinadas zonas ausentes de agricultura e com o mato conservado.

Estremoz, Abril de 2009.


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Macroglossum stellatarum (Linnaeus, 1758)



Nome Científico: Macroglossum stellatarum (Linnaeus, 1758)
Nome comum: Borboleta colibri, Besouro
Montemor-o-Novo, Outubro de 2009.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Pernilongo


Nome científico: Himantopus himantopus
É uma ave limícola que pertence à família Charadriidae. Em Portugal pode ser visto durante todo o ano, mas é mais comum no verão.
É de fácil identificação devido à suas longas patas vermelhas, fazendo lembrar uma cegonha em miniatura.
Ocorre geralmente em salinas e em outros planos de água doce ou salobra. No interior é mais escasso e pode ser observado em açudes e pauis.
Ferreira do Alentejo, Julho de 2009.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Garça-Real

Nome Científico: Ardea cinerea
É uma ave com o dorso cinza e uma faixa superciliar negra que se estende até as longas penas nucais. Também é conhecida pelos nomes de galangundo (em Angola) e garça-real ou garça-cinzenta (em Portugal).
Da mesma família das cegonhas, é a garça mais abundante e difundida da Europa. Possui um comprimento de cerca de 95 cm, uma envergadura de 185 cm e peso de 1,6 a 2 kg e pode viver cerca de 25 anos. As suas pernas são altas, o pescoço é longo e o bico alongado e afilado. Os juvenis apresentam cores mais claras, dorso cinzento acastanhado e ventre branco raiado de negroe não possuem penacho, atingem a maturidade aos dois anos de idade.
Pode ser encontrada normalmente em extensões de água doce com pouca profundidade e também em costas marítimas.
Alimenta-se principalmente de peixes, mas não despreza batráquios, répteis, pequenos mamíferos, insectos ou moluscos terrestres e aquáticos.
Nidifica normalmente em colónias, em cima de árvores, perto da água. Reproduz-se de Fevereiro a Julho. O seu ninho é chato, em forma de plataforma, semelhante ao das cegonhas. A fêmea põe de 3 a 6 ovos muito claros. Os ovos são cobertos alternadamente pelos dois progenitores durante 25 a 28 dias. Os jovens começam a voar ao fim de 50 dias e abandonam o território dos pais ao fim de 8 a 9 semanas.
Dizem que a garça-real dá sorte. Quando ela aparece no caminho dos pescadores eles ficam contentes, na certeza de que é um prenúncio de boa pescaria. E acontece o mesmo com as pessoas que são um pouquinho supersticiosas. Ao ver a garça cinzenta, abrem sorrisos de satisfação pela esperança de sorte no trabalho, no jogo, no amor.
Ervidel, Outubro de 2009.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Abibe-Comum


Nome científico: Vanellus vanellus

Esta é uma das espécies de mais fácil identificação da nossa avifauna, sobretudo quando em plumagem de adulto. O seu característico penacho comprido, mais longo durante a Primavera e o Verão, o padrão escuro (dorso) e claro (abdómen e peito), as patas algo compridas e as manchas brancas faciais permitem distingui-lo facilmente das restantes limícolas. No dorso, apresenta uma tonalidade esverdeada com reflexos, que perdem vivacidade na plumagem de Inverno. Quando em fuga, emite vocalizações extremamente características, parecidos a lamentos.
O abibe é abundante durante o Inverno na metade sul do país. A melhor época de observação centra-se nos meses de Outono e Inverno, sobretudo entre Outubro e Fevereiro. Na Primavera, e dado ser uma espécie rara como reprodutora, os seus números caem bastante. Ocorre sobretudo junto a zonas húmidas, prados húmidos, pastagens e zonas lavradas, estando ausente de zonas montanhosas ou densamente florestadas. Pode ocorrer em bandos de algumas centenas. No restante do ano, o abibe torna-se mais raro. Trata-se de uma espécie mais frequente a sul que a norte.

Também é conhecido como: abecoinha, abecuinha, abescoinha, abesconinha, abescuinha, abetoninha, abibe, abitoninha, águas-neves, avecoinha, avecuinha, ave-fria, aventoinha, avetoninha, bibe, bimbo, bisbis, coinha, coninha, cuinha, galeirão, galispo, matoninha, pavoncino, pendre e ventoinha.
Sejam bem vindas e voltem sempre...
Ferreira do Alentejo, Outubro de 2009.

Rã-verde


Nome cientifico: Rana perezi

Espécie de rã pertencente à família Ranidae, que se distribui pela Europa Ocidental, em especial Portugal, Espanha, França e Reino Unido.
Tem como habitat natural as florestas e matagais temperados, o matagal arbustivo mediterrânico, rios e ribeiros, cursos de água temporários, pântanos, lagos, paúis, margens arenosas, terrenos de cultivo e áreas urbanas, sendo que em determinados locais encontra-se ameaçada devido à perda de habitat.
A sua coloração é de tom verde, embora alguns exemplares possam ser pardos e bastantes escuros. Sobre esse fundo surgem manchas escuras e por vezes uma linha central de um verde mais claro ou amarelada. A região ventral é geralmente branca podendo apresentar manchas ou pequenos pontos negros.
Possui actividade quer durante o dia, quer durante a noite. Durante o dia mantém-se nas orlas dos cursos de água expostas ao sol. À noite, particularmente com tempo húmido, pode afastar-se consideravelmente da água em busca de alimento ou de locais mais propícios.
O período reprodutivo ocorre principalmente durante a Primavera. Neste período, os machos cantam ruidosamente e perseguem as fêmeas. A fêmea deposita entre 800 e 10 000 ovos em grandes aglomerados flutuantes.
A sua alimentação baseia-se em insectos, aranhas, minhocas, crustáceos, moluscos e mesmo pequenos peixes e anfíbios, incluindo exemplares da sua própria espécie.
Ferreira do Alentejo, Outubro de 2009.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Cartaxo-Nortenho

F
Nome científico:Saxicola rubetra
A silhueta desta espécie é muito semelhante à do cartaxo-comum: é uma ave pequena, com a cauda relativamente curta e bico fino, que pousa em postura vertical. O cartaxo-nortenho distingue-se sobretudo pela lista supraciliar branca bem visível em todas as plumagens e, principalmente, pela base branca das rectrizes exteriores, bem visível em voo. Esta última característica é geralmente a mais segura, já que as fêmeas de cartaxo-comum também podem apresentar uma ligeira sobrancelha esbranquiçada. O Cartaxo-nortenho é uma ave pouco comum em Portugal. Nidifica unicamente nas terras altas do norte do país, onde apresenta uma distribuição muito localizada. No Alentejo é pouco comum, é visto ocasionalmente durante a passagem migratória outonal. Tal como o seu congénere cartaxo-comum, frequenta sobretudo zonas abertas, pousando de forma conspícua em vedações ou pequenos arbustos.
Ferreira do Alentejo, Setembro de 2009.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Serapias Parviflora Parl. (Monocromatica)


Monocromática

Ferreira do Alentejo, Maio de 2009


terça-feira, 22 de setembro de 2009

Flamingo-Comum




Nome científico: Phoenicopterus roseus


O flamingo-comum ou flamingo-rosado é uma ave da família Phoenicopteridae. Tal como os outros membros da sua família, tem a plumagem rosada, as patas longas e o bico espesso e curto. Foi recentemente separado do flamingo-americano (P. ruber).
O flamingo-comum distribui-se pelo sul da Europa (bacia do Mediterrâneo), pelo sudoeste da Ásia e pela maior parte de África.
Na Europa este flamingo possui colónias importantes em Espanha (Laguna de Fuente de Piedra) e em França (Camargue). Em Portugal a espécie não nidifica, mas pode ser vista ao longo de todo o ano. A observação de aves anilhadas mostra que uma grande parte dos flamingos que ocorrem em Portugal são oriundos das colónias europeias.

Observação: Este grupo conta com mais de 100 indivíduos, alguns foram alvo de monotorização pois encontram-se anilhados.
Ferreira do Alentejo, Setembro de 2009.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Colheireiro-comum



NOME COMUM: Colheireiro-comum
NOME CIENTÍFICO: Platalea leucorodia
É uma ave da família Threskiornithidae. Caracteriza-se pela plumagem branca e pelo bico peculiar em forma de espátula.
Esta espécie frequenta zonas húmidas, como estuários e lagoas costeiras. Tira partido da forma do bico para procurar alimento no meio da lama.
Em Portugal o colhereiro nidifica em diversos locais do centro e do sul do país. Constrói os seus ninhos em árvores, muitas vezes em associação com garças.
Esta espécie encontra-se listada no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal com o estatuto de Vulnerável.
Foram identificados 7 individuos nesta pequena albufeira.
Ferreira do Alentejo, Setembro de 2009.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Um Alentejo d' Oiro

Ferreira do Alentejo, Julho de 2009

Gaivota


Nome científico: Larus cachinnans

As gaivotas são aves marinhas da família Laridae. São aves médias a grandes, tipicamente cinzentas ou brancas, muitas vezes com marcas pretas na cabeça ou asas. Têm bicos fortes e compridos e patas com membranas. As espécies de maiores dimensões levam até quatro anos a atingirem a plumagem completa de adulto, mas as espécies menores normalmente apenas dois anos.
As gaivotas são espécies tipicamente costeiras ou de interior, e raramente se aventuram em mar alto. São aves predadoras e necrófagas, que se alimentam de praticamente tudo o que encontram. Vivem em grandes bandos, geralmente ao longo da costa, nas praias, falésias, portos e localidades litorais. Nidificam em colónias nas saliências das falésias junto ao mar.
Sines, Maio de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Girassol


Seu nome científico: Helianthus annus

A palavra Helianthus significa "flor do sol". Do girassol tudo é aproveitado - desde as sementes, até as flores e os ramos.
Planta originária da América do Norte e América Central, cultivada pelos povos indigenas para a alimentação, tendo sido domesticada por volta do ano 1000 a. C.
Francisco Pizarro encontrou objectos incas e imagens moldadas em ouro, referenciando o girassol como o deus do Sol. E por aí se diz que:
O girassol é uma flor simbólica que significa fama, sucesso, sorte e felicidade.
Na Hungria, acredita-se que a semente do girassol cura infertilidade, e sementes colocadas na beira da janela, em uma casa onde exista uma mulher grávida, o filho será homem.
Na Espanha, para se ter sorte são necessários onze girassóis.

A flor pode ser considerado a planta-símbolo do Novo Milênio.
Ferreira do Alentejo, Julho de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Trepadeira-azul



Nome comum: Trepadeira-azul
Nome Científico: Sitta europea
É uma ave muito social, com excepção do período de reprodução. É extremamente ágil e escala as árvores com toda a facilidade. Pode ser observada com frequência a descer pelo tronco da árvore de cabeça para baixo.
Santiago do Cacém, Julho de 2009.