quinta-feira, 23 de Maio de 2013

O Lacrau


Nome científico: Buthus occcitanus
Nome comum: Escorpião, Lacrau ou Alacrau

Esta é a única espécie presente em todo o território nacional. Encontra-se frequentemente em zonas áridas, rochosas e expostas ao sol.
 
"O corpo destes animais encontra-se dividido em três partes: a anterior, designada prosoma; a mediana, designada mesosoma; e a terminal ou caudal, designada metasoma. As placas quitinosas do prosoma estão fundidas formando uma carapaça. Aí, sensivelmente a meio, encontram-se dois olhos medianos e nos bordos antero-laterais podem encontra-se grupos de olhos mais pequenos (de 2 a 5), todos olhos simples. O aparelho de veneno do escorpião é constituído pelo último segmento abdominal que é dilatado e termina por um aguilhão. Nessa extremidade existem duas glândulas de veneno que conjuntamente terão um volume aproximado de 8 mililitros de veneno."
 
Vila Alva, Cuba, Março de 2013

segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Narcisos

 
  
Nome cientifico: Narcissus bulbocodium L. subsp bulbocodium
Nome comum: Narcisos, campainhas-amarelas-do-monte, cucos, narciso-de-cebola-lanuda

Podem identificar-se em prados húmidos, margens de linhas de água, charnecas, clareiras de matos.
Em substratos argilosos ou arenosos.
in: www.flora-on.PT

Cuba, Fevereiro de 2013

sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Barlia Robertiana

 

 
Género botânico pertencente à família das orquídeas.
Pode localizar-se em prados, matos, taludes, em solos pedregosos, normalmente de constituição calcária.
 
Cuba, Fevereiro de 2013

segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

Coruja do Nabal


Nome comum: Coruja do Nabal
Nome científico: Asio flammeus
 
"De entre os mochos e corujas que ocorrem no nosso país, a coruja-do-nabal aquela que possui hábitos mais diurnos. É uma coruja de tamanho grande e facilmente identificável. Semelhante ao bufo-pequeno, não possui orelhas muito salientes, e são bastante característicos os seus olhos grandes amarelados, envolvidos por dois leques de penas de cor clara. A cabeça e o peito são bastante barrados.
A coruja-do-nabal é pouco comum e tem uma distribuição muito localizada. A sua abundância está dependente da disponibilidade de roedores para alimentação, pelo que podemos encontrar anos em que a espécie é bastante rara, e outros em que se torna mais frequente, sem nunca deixar de ocorrer em baixos números. No nosso território, é uma ave invernante, que pode ser observada entre Outubro e Março, geralmente nas imediações de zonas húmidas. Por vezes as corujas-do-nabal agrupam-se em pequenos bandos." in http://avesdeportugal.info/
 
Ervidel, Novembro de 2012

sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

Grifo


Nome científico: Gyps fulvus
Nome comum:Grifo
 
"Muito grande, maior que as águias. Voa grandes distâncias planando e quase sem bater as asas. A plumagem é acastanhada. Os “dedos” das asas são facilmente visíveis. Gregário, forma frequentemente bandos de algumas dezenas de aves. Pode confundir-se com o abutre-preto, que por vezes se lhe associa, distinguindo-se desta espécie principalmente pelas tonalidades castanho-cremes das coberturas, de pelo pescoço claro e pela extremidade das asas claramente revirada para cima." in http://www.avesdeportugal.info
 
Marvão, Abril de 2012

sexta-feira, 13 de Julho de 2012

Grou-comum





Nome comum: Grou-comum  
Nome científico: Grus grus
 
Grande ave, do tamanho de uma cegonha-branca.
Caracteriza-se pela sua plumagem acinzentada, destacando-se o
enorme tufo de penas sobre a cauda.
O padrão da cabeça é preto e branco, com uma pequena mancha vermelha. Em voo
destaca-se o enorme pescoço, que é mantido esticado.
O grou é uma espécie invernante, que pode ser observada principalmente entre Novembro e Fevereiro. Com uma população invernante de cerca de 2000 indivíduos, não pode ser considerado raro, contudo a sua distribuição muito fragmentada e localizada faz com que a sua abundância varie fortemente: localmente pode ser comum e chegam a ser vistos bandos com muitas centenas de indivíduos, mas na maior parte do país é muito raro.

Ervidel - Fevereiro de 2012.

segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

O Alentejo Andando deseja a todos um Feliz Ano 2012.

quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Garça Imperial

A Garça Imperial, Garça Vermelha ou Garça Galega, é normalmente identificada em terras pantanosas no Sul e Centro da Europa, migrando no Inverno para África. Nidificam em colónias, em canaviais.


Esta espécie encontra-se listada com o estatuto de 'Em Perigo'.



Vila Nova da Baronia, Julho de 20011.





sexta-feira, 20 de Maio de 2011

Javali

Nome científico: Sus scrofa
Nome comum: Javali ou Javardo
O Javali ou Javardo é um mamífero da família Suidae de médio porte e corpo robusto. É a mais conhecida e a principal espécie de porcos selvagens.
Tem ampla distribuição geográfica, sendo nativo da Europa, Ásia e Norte de África. Em tempos recentes foi inroduzido nas Américas e na Oceania.

Montemor-o-Novo, Fevereiro de 2011.

quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Ophrys lucentina


Nome científico: Ophrys lucentina

São Brissos, Beja, Fevereiro de 2011.

terça-feira, 5 de Abril de 2011

Abetarda



Nome comum: Abetarda
Nome científico: Otis Tarda

Uma das espécies mais emblemáticas do Alentejo, a abetarda é a mais pesada das aves europeias, mas também uma das mais difíceis de observar.
Muito grande. Os machos chegam a pesar 16 kg, as fêmeas são um pouco mais pequenas, sendo a diferença visível quando estão perto dos machos. A plumagem é castanha e o pescoço esbranquiçado.
Devido ao seu comportamento muito arisco, as abetardas raramente se deixam ver a pequena distância, pelo que estes aspectos nem sempre são fáceis de observar.
Pouco comum e com uma distribuição muito localizada, a abetarda muito difícil de encontrar fora dos seus locais habituais de ocorrência. A espécie conta hoje em Portugal com uma população de cerca de 1000 indivíduos (metade dos quais se encontram nas planícies de Castro Verde). Frequenta sobretudo grandes extensões abertas e dificilmente tolera aproximações de pessoas a menos de um quilómetro. Embora a espécie seja sobretudo residente, é habitual haver alguma dispersão de indivíduos nos meses de Verão, havendo então observações esporádicas de abetardas noutras regiões do país. (in: Avesdeportugal.info)

Ferreira do Alentejo, Outubro de 2009.

quarta-feira, 30 de Março de 2011

Abutre-Preto



Nome comum: Abutre-Preto

Nome científico: Aegypius monachus

"Pelo tamanho pode fazer lembrar um grifo, mas é um pouco maior que esta espécie, distinguindo-se principalmente pela plumagem totalmente escura, quase negra. A envergadura pode atingir os 3 metros. A silhueta em voo é um pouco diferente da do grifo, sendo as asas mantidas ligeiramente recurvadas para baixo. Quando visto em voo, podem por vezes ver-se as patas esbranquiçadas.
Este grande abutre é relativamente raro em Portugal, mas pode ser considerado de ocorrência regular ao  longo da fronteira, especialmente na Beira e no Alentejo. Muitas vezes trata-se de indivíduos oriundos de Espanha, que vêm alimentar-se em território português. Embora não seja habitual ver mais que um ou dois indivíduos juntos, o abutre-preto associa-se frequentemente a bandos de grifos". (in: AvesdePortugal.pt)

Trigaches, Outubro de 2010.

segunda-feira, 21 de Março de 2011

Genaria diphylla



Nome científico: Genaria diphylla Parlat.

Esta orquidea caracteriza-se por possuir apenas duas folhas em forma de coração e que se desenvolvem em sentidos opostos. É conhecida para o litoral de Portugal, Sul de Espanha, ilhas Mediterrânicas e Norte de África.

Escoural, Montemor-o-Novo, Março de 2011.


quarta-feira, 16 de Março de 2011

Workshop de Fotografia da Natureza


Nos próximos dias 7 e 8 de Maio irá realizar-se na Associação Leonel Trindade-Sociedade de História Natural, em Torres Vedas um Workshop de Fotografia da Natureza orientado por João Nunes da Silva.

Para mais informações sobre este curso ou sobre mais acções desta Associação poderá aceder apartir daqui: http://www.alt-shn.org/

quinta-feira, 3 de Março de 2011

Abelharuco

,
Nome comum: Abelharuco
Nome Científico: Merops Apiaster
É uma ave de médio porte facilmente identificavel pela profusão das suas cores. É uma espécie estival, chegando a Portugal nos finais de Março, inícios de Abril. Estando presente até Setembro. Pode ser avistada com mais facilidade a Sul do Tejo, embora se distribuia por todo o território, principalmente no interior. Alimenta-se principalmente de insectos, particularmente de abelhas e vespas.
Ferreira do Alentejo, Março de 2009.

quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Galeirão-Comum


Nome científico: Fulica Atra
Nome comum: Galeirão-Comum

É uma ave do tamanho de um pato, facilmente identificável pela plumagem totalmente negra, que contrasta com o bico e a placa frontal totalmente brancas.
Esta espécie tem uma dispersão muito ampla.
Frequenta zona húmidas de águas doces, como lagoas pauis, barragens e açudes. Alimenta-se sobretudo de matéria vegetal, podendo capturar alguns insectos.

Barragem do Pisão, Bringel, Fevereiro de 2011.