terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Cágado-mediterrânico
Nome comum: Cágado-mediterrânico
Nome científico: Mauremys leprosa
Esta espécie de cágado pode ser encontrada na Europa e no Norte de África, nomeadamente em Portugal, Espanha, Sul de França, Nigéria, Senegal, Benim, Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia.Em Portugal pode ainda ser encontrado em vários locais, com especial incidência no Alentejo.
Nome científico: Mauremys leprosa
Esta espécie de cágado pode ser encontrada na Europa e no Norte de África, nomeadamente em Portugal, Espanha, Sul de França, Nigéria, Senegal, Benim, Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia.Em Portugal pode ainda ser encontrado em vários locais, com especial incidência no Alentejo.
Esta espécie, de grande resistência, vive nos rios e barragens, comendo pequenos insectos, peixes e carne de animais mortos que eventualmente encontre. Quando em cativeiro, come carne picada e peixe, bem como a vulgar comida de tartaruga disponível nas lojas da especialidade e supermercados.
Um cágado pode atingir os 25 cm (diâmetro da carapaça) e viver cerca de 70 anos.
Rio Almansor, Montemor-o-Novo, Fevereiro de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Cotovia de Poupa
Nome comum: Cotovia de Poupa
Nome científico: Galerida cristata
Nome científico: Galerida cristata
É uma espécie que se encontra bem distribuída por toda a Europa. Tem um bico castanho claro, comprido e encurvado e uma cauda curta arruivada na parte exterior. A parte superior do corpo é malhada de castanho e castanho amarelado, sendo o peito e o abdómen mais claros. Chega a medir 17 cm de comprimento, e voa sozinha ou em grupos que não ultrapassam os 10 indivíduos. Alimenta-se de sementes e insectos e nidifica entre Abril e Junho numa cova no chão. Põe entre 3 a 5 ovos de cor branco sujo com manchas castanho avermelhadas, que são incubados pela fêmea durante 12/13 dias.
Ferreira do Alentejo, Março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Poupa
Nome comum: Poupa, boubela, poupão, poupa-pão e poupinha
Nome científico: Upupa sp
Nome científico: Upupa sp
A distribuição geográfica das poupas é vasta e inclui toda a Europa, zonas tropicais da Ásia, África (excepto zonas desérticas) e Madagáscar. Em Portugal, a poupa pode ser observada em todo o território continental e no arquipélago da Madeira. Sabe-se que algumas populações são nómadas, mas o seu estatuto de ave residente ou migratória é ainda indefinido.
Ferreira do Alentejo, Janeiro de 2009
Peneireiro-cinzento
Nome comum: Peneireiro-cinzento
Nome científico: Elanus caeruleus
Nome científico: Elanus caeruleus
Habita espaços abertos e semi-desérticos, especialmente na Africa sub-saariana e Ásia tropical, mas aparece com regularidade na Europa e em especial na Península Ibérica. Faz o ninho em árvores.
Caça pequenos mamíferos, aves e insectos.
Caça pequenos mamíferos, aves e insectos.
Ferreira do Alentejo, Janeiro de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Margarida
Margarida é o nome popular de uma grande variedade de plantas. Não existe grande concordância entre os autores quanto à utilização deste nome, que se apresenta com muitas variantes. Há mesmo aqueles que designam de "margarida" qualquer planta da família das compostas, além disso, esta designação é por vezes apresentada como sinónimo de bem-me-quer, mal-me-quer, bonina, etc, que, por sua vez, são também nomes utilizadas para espécies diversas que nem sempre coincidem.
Ferreira do Alentejo, Fevereiro 2009
Joaninha
Nome cientifico: coccinella septempunctata
Joaninha é o nome popular do insecto da família Coccinellidae que possuem corpo semi-esférico, cabeça pequena, 6 patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça quitinosa.
As joaninhas são predadores no mundo dos insectos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta e outros tipos de insectos, que causam estragos às colheitas e plantações, pelo que as joaninhas são consideradas benéficas para os agricultores. No século XIX as joaninhas salvaram a produção de laranjas da Califórnia ao comer os insectos que destroem a fruta.
As joaninhas são predadores no mundo dos insectos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta e outros tipos de insectos, que causam estragos às colheitas e plantações, pelo que as joaninhas são consideradas benéficas para os agricultores. No século XIX as joaninhas salvaram a produção de laranjas da Califórnia ao comer os insectos que destroem a fruta.
Existe o mito de que as joaninhas trazem sorte e quando se encontra uma joaninha existe o hábito popular de a segurar nos dedos e dizer: “Joaninha Voa Voa vai ter com o teu pai que está em Lisboa...”, com o significado de levar boas novas. A versão inglesa diz:
"Joaninha vai-te embora
Tens a casa a arder
E os teus filhos a morrer"
e refere-se à antiga prática de queimar as hastes do lúpulo após as colheitas, hastes essas que serviam de casa a milhões de joaninhas.
A joaninha também é conhecida por boas-novas ou em brasileiro por vaquinha.
Em inglês, chamam-se ladybirds (Dona Ave), ladybugs (Dona Insecto), ladycows (Dona Vaca), e beetles of Our Lady (escaravelhos da Nossa Senhora) devido à crença de que foram dedicadas à Virgem Maria.
Ferreira do Alentejo, Fevereiro 2009
Andorinha das Chaminés
Nome comum: Andorinha das Chaminés
Nome científico: Hirundo rustica
Nome científico: Hirundo rustica
Habitat: Esta espécie nidifica no Paleárctico Ocidental, desde o Subárctico, passando por áreas de clima boreal, temperado e mediterrânico, tanto em zonas continentais, como oceânicas, estando apenas ausente do Árctico e do deserto. Os habitats de alimentação preferidos são as pastagens, prados e zonas húmidas, onde abundam os insectos essenciais à sobrevivência destas aves. Em relação à nidificação, nomeadamente ao local de construção de ninhos, trata-se de uma espécie maioritariamente dependente da presença de construções humanas. A existência de uma área que constitua uma fonte de lama é imprescindível para a construção dos ninhos.
Sejam bem vindas...
Ferreira do Alentejo, Fevereiro de 2009
bicho-de-conta
Nome comum: bicho-de-conta
Nome cientifico: Armadillidium vulgare
São pequenos animais de corpo comprido, normalmente de coloração acizentada ou rosada, que vivem em locais húmidos, debaixo das pedras ou dos detritos vegetais de que se alimentam.
Constituem o maior grupo de crustáceos verdadeiramente terrestres e possuem a capacidade de se enrolarem como uma bola, quando se sentem ameaçados e para a redução da perda de água por evaporação, pois respiram por brânquias.
Ferreira do Alentejo, Fevereiro 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Pisco de Peito Ruivo
Nome comum: Pisco-de-Peito-Ruivo
Nome científico: Erithacus rubecula
Distribui-se um pouco por toda a Europa, região transcaucasiana, oeste da Sibéria e nodeste africano. É parcialmente migratório e passa o inverno no sul da Europa e no norte de África. Ocorre habitualmente em matas densas, bem como em jardins não tratados, parques e cemitérios.
Safira (Montemor-o-Novo), Dezembro de 2008
Raposa
Nome científico: Vulpes vulpes
Pesa: entre 5 a 10 kg
A raposa é o carnívoro selvagem com maior distribuição e abundância do mundo. Tem um focinho esguio, que contrasta com orelhas longas e pontiagudas e uma cauda espessa e vistosa com cerca de 50 centímetros de comprimento. A pelagem é castanho-avermelhada e as patas estão dotadas de garras não retráteis. O corpo e a cabeça apresentam um comprimento que pode variar entre 60 a 90 centímetros. As fêmeas são sensivelmente menores que os machos. Vive em grupos, formado por um macho adulto e várias fêmeas. A sua dieta é quase exclusivamente carnívora.
Ferreira do Alentejo, Dezembro de 2008
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